Kill This Love, BLACKPINK e Glória Pires

Enquanto as pessoas ainda disputam o posto de “comentário negativo mais eloquente e embasado”, BLACKPINK continua em alta com seu mais novo single, “Kill This Love”, e EP homônimo. Seguindo os moldes de sua antecessora “DDU-DU DDU-DU”, a nova faixa traz uma mesclagem interessante de sons, que vai do Reggae, EDM e Hip Hop sem a saturação típica que cada gênero carrega.

O ponto forte é justamente inserir a lógica de progressão ao invés de soltar o formuláico de explosões exaustivas que tanto se ouve em baladas ou compilações do Summer Eletrohits. Nada contra o comercial, ele está aí para ser consumido, porém, quando leio que os fãs de K-Pop estão começando a fazer parte dessa demanda, as coisas já não ficam tão divertidas assim.

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Butterfly, LOONA

A faixa título “Butterfly” contém conceitos únicos insubstituíveis do LOOΠΔ. Misturando suavidade com dinâmica, a canção leva o LOOΠΔ a outro nível com novas batidas e drops nunca antes ouvidos no K-Pop, junto com sons eletrônicos e melodia.

Filmadas na Islândia, Paris e Hong Kong, as prévias de seu novo EP “[X X]” começaram em 1º de janeiro para desvendar as histórias por trás do universo de LOOΠΔ. Sob o slogan de “For All LOOΠΔs Around the World”, a mensagem se espalhou por todo o mundo, para todas as LOOΠΔs do mundo.

LOOΠΔ causa um efeito borboleta através da música para os ouvintes ganharem coragem, encontrarem-se e levantarem suas vozes. Qualquer pessoa sob influência, é outra LOOΠΔ. O diretor visual do LOOΠΔ, DIGIPEDI, percorreu cinco países de cinco continentes para capturar tal efeito borboleta do LOOΠΔ, assim exibindo a liberdade e a coragem de garotas em todo o mundo no videoclipe de “Butterfly”.

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In Memoriam, Jonghyun

Encontro-me mais uma vez numa situação de pesares, observo gentilezas, porém um gesto – aqui ou acolá – requer destreza. Após mais de dez anos diagnosticada com depressão, tomei uma segunda opinião, e o novo resultado, diferente: transtorno bipolar. Acreditava que se aprendesse mais de mim neste espectro, eu poderia finalmente desvendar todos os labirintos que envolvem minha sina, meu propósito: a saída. Mal sabia eu que a trajetória havia apenas sido apagada para, como um lampejo que passa diante dos olhos, refaze-la toda novamente.

É neste ponto que agora me encontro: reaprendendo – da partida, da poeira. Ouvi as seguintes constantes durante todo este tempo: “te ajudo, mas não me envolvo”, “te estendo a mão, mas à distância”, “te ouço, mas não compreendo”. Todavia, não espero milagres, destes que se pedem a criaturas divinas guardadas por bastiões à frente dos portões de ouro maciço. Diante desta adversidade peço – em minha humilde condição de insipiência – paixão, empatia, com paixão.

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Really Bad Boy, Red Velvet e fontes blindadas

Continuo num mar de escassez, no que diz respeito a novos lançamentos, mas ainda irei fazer algumas publicações sobre uns singles que já foram lançados. Então creio que daqui para o fim do ano eu já tenha concluído isso. Me falta algum tempo, também me falta o humor apropriado para discorrer os assuntos da maneira que quero, por isso demoro a fazer postagens. Digo, por isso e o que determino como interessante ou válido a quem lê, bem como a mim. Às vezes me faço difícil de compreender, no entanto.

Imagino que muitos já saibam, porém farei esta publicação de qualquer forma. Red Velvet irá retornar com seu quinto EP intitulado “RBB (Really Bad Boy)” no dia 30 de novembro, e o grupo Red Velvet Brasil trouxe informações importantes. É a fonte mais fidedigna e confiável que encontrei, pois descobri recentemente que pesquisar inúmeras matérias e papeladas acadêmicas não vale tanto a pena, já que eu preciso estar em contato direto com determinada cultura para tal feito. Portanto, o fã clube Red Velvet Brasil está mais que capacitado para divulgar notícias precisas e com a neutralidade requerida, assim bato o martelo.

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[Garimpando] Vessels, Starset

Seria Starset a próxima grande fuga no Rock ou algo muito mais inebriante, se formos cartomantes para um mundo que avança tão rapidamente com a tecnologia que é capaz de prever a evolução futura dos relacionamentos e da humanidade como um todo? De qualquer forma, é bem evidente que Starset está construindo seu próprio caminho, tanto na música quanto na mensagem, evitando algumas catacreses familiares que seus colegas na cena musical parecem usar em grande medida.

“Vessels” é a segunda transmissão da banda, escrita a partir do ideal de um mundo onde as convenções de amor, vida e morte evoluíram, mas algumas das mesmas verdades permanecem. A conexão humana ainda está em plena exibição enquanto o mundo em torno dela muda, e o líder Dustin Bates junto a seus colaboradores mascarados Ron DeChant, Brock Richards e Adam Gilbert encontram uma maneira de infundir sua mensagem com atmosferas melódicas e um poder pulsante.

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